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Corredores devem ficar atentos às lesões no quadril

Tudo começa com uma fisgada no glúteo ou na virilha. A dor, aos poucos, irradia e impede a continuidade do movimento.  À medida que o corpo esfria, piora.

Essa é uma situação comum entre corredores e pode ser um indicativo de lesão no quadril. Assim como os joelhos e tornozelos, os quadris são os mais prejudicados durante as corridas. O apoio em uma perna só aumenta até nove vezes o peso do corpo e toda esta carga é transferida para a área da articulação.  “Muitos atletas de competição, ou esporádicos, podem chegar à mesa de cirurgia por simplesmente ignorem os sinais de lesão e não darem a devida importância à prevenção”, diz Dr. Walberto Kushiyama, médico ortopedista especialista em cirurgia do quadril da clínica Ápice Medicina Integrada de Sorocaba (SP).

Além do esforço repetitivo típico do esporte, as lesões podem ser provocadas pelo uso de tênis inadequado, má postura, falta de fortalecimento muscular e de alongamento. “Os atletas precisam ficar atentos a essas questões. Às vezes, basta trocar o tênis para as dores sumirem. Por isso, a importância de procurar orientação especializada para a prática do esporte”, enfatiza o ortopedista.

Os alongamentos são indicados para a prática de todas as atividades, mas, no caso da corrida, alongar a parte interna e posterior da coxa, a região dos glúteos e as panturrilhas é fundamental para o desempenho, além de evitar lesões. Segundo o médico, esses exercícios necessitam ser feitos antes e depois dos treinos. “Os alongamentos devem se tornar um hábito e fazer parte do aquecimento. Eles têm o papel de preparar a musculatura para o esforço. E, além de alongar na academia, os atletas necessitam de exercícios específicos para os quadris, a fim de fortalecer a musculatura. As pessoas acham que, para ser um corredor, basta colocar um tênis e sair por aí, mas o ideal é trabalhar o corpo como um todo para suportar o impacto da corrida”, orienta.

Além das fisgadas, outros sintomas ainda são indicativos de lesões no quadril, como dor no joelho, na virilha e dificuldade para andar. A sugestão é que, ao sentir um deles, o atleta procure um médico especialista para evitar complicações. Segundo Dr. Walberto, antes de se aventurar no esporte, a dica é que o corredor faça um check-up completo, com avaliação cardiorrespiratória e ortopédica também. “Se for detectado no exame clínico algum problema, o ortopedista poderá pedir uma radiografia do quadril e, assim, prevenir complicações”.

Por fim, os corredores devem estar atentos ao planejamento dos treinos, não ultrapassando os limites do corpo e respeitando os intervalos de descanso. A evolução da corrida deve vir de forma gradual, isto é, começar   devagar e ir aumentando aos poucos. Todo excesso de treino é ofensivo ao corpo. “Como modalidade esportiva, a corrida melhora o sistema cardiovascular, queima gorduras, diminui o colesterol e tonifica os glúteos e as pernas, mas, por outro lado, oferece alto impacto. Por isso, é preciso cautela para atingir os resultados”, orienta o ortopedista.  

A clínica Ápice Medicina Integrada fica localizada na Rua Eulália da Silva, 214, no Jardim Faculdade, em Sorocaba/SP. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (15) 3229-0202 ou pelo site: www.apice.med.br 

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